sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Nova história escrita. Flashes da vida.

Sinopse: “Nunca pensei que não ter um passado fosse tão assustador, mas uma coisa eu nunca esqueci. Era um rosto feminino e uma cena violenta, mas embaçada. Não sei o meu passado, mas meu presente é uma jornada. Uma jornada para o passado em busca de um rumo para o meu futuro. O medo me cerca, mas a esperança me inspira, me dá forças para achar o caminho para o meu futuro. Mesmo que eu queira esquecer o meu passado, vozes me amedrontam durante o sonho. Não apenas elas, mas pessoas que não conheço me perseguem. Quero entender que eu sou, mas temo descobrir a verdade.”.

(não é a capa original. Em breve estará pronta)

*Primeiro capitulo junto com as outras histórias.

terça-feira, 19 de março de 2013

Primeiro evento de divulgação do Lirio Azul

Olá pessoal.
Depois de muitos meses, voltou a aparecer em publico para divulgar o Lirio Azul. Em breve estarei nas escolas.
Olha as fotos abaixo.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Feliz 2013

Ano novo começou.
Ano que novas ideias entraram para a papel.
Muitas coisas acontecerão nesse ano e uma delas é marcar mais presença na vida de autora.
Para todos que leram alguma coisa que escrevi, podem esperar muitas novidades para 2013.
Para aqueles que ainda não leram nada, espero que gostem das hisórias que virão.
Uma delas está garantida. A sequencia do Lirio Azul.
Uma das minhas histórias virará filme até o fim de 2013. Para ser mais exata, será uma mini-série. Podem comentar, para aqueles que leram minhas histórias, qual vocês suspeitam que vai para o You Tube.
Espero que gostem.

Feliz 2013.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Escuridão e Luz

Ser abandonado, todos nós, algum dia, já sentiu isso, ou quando uma pessoa queria morre, ou quando um amigo vai embora, ou quando você é colocado em um ambiente totalmente desconhecido e você se sente isolado. São vários os motivos que nós faz sentir esse sentimento de tristeza, de abandono. É exatamente por isso que não dá para descrever todos aqui. Este sentimento de abandono é obscuro, triste, mas uma coisa eu tenho certeza, nunca estamos totalmente abandonados. Se estamos no escuro, uma luz vai aparecer. Quem ou o que vai seria essa luz? Poderia ser uma pessoa importante para você, ou uma lembrança que você tenha, ou um objeto, ou um sentimento, ou simplesmente Deus. Ele nunca te abandonará, mas infelizmente muitas pessoas não acreditam mais Nele. No entanto Ele nunca te abandonará. Você pode querer fechar seu coração para Ele, mas Ele não te abandonará. Mesmo que você feche seu coração, Ele se esconderá naquela pessoa que é importante para você.
 

Por isso eu digo, nunca se feche na escuridão, pois isso só te machucará e fará você sobre. Sempre esteja disposta a aceitar a luz. Assim que o fizer, você verá que não sofrerá mais. Haverá quedas? Sim, a vida não é fácil, mas você também conseguirá lutar, pois você tem a luz dentro de você.

Sou Annyta contanto minha experiência de vida. (Personagem de Perdas e Conquista. Por: Bruna Cleto.).

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Pensamento do Mark - Meteorito de Fogo



"Querer não é poder, mas o querer é mais forte. Eu queria estar sempre com ela, aproveitando nosso namoro, mas o poder não me deixa em paz. Eu preciso ajudar meu irmão e as meninas a salvar a Terra, esse é o meu dever no momento, mas estou cansado de ter que solucionar tantos problemas. Só quero ficar com ela, estar abraçado com ela, estar beijando seus lábios doces, estar aproveitando esse sentimento que é intenso, que é forte, mas não posso. Pelo menos me deixe ficar alguns momentos com ela. Alguns momentos com o meu amor verdadeiro, alguns momentos com a Eve.".


A cidade Perdida de Atlântida


A cidade perdida de Atlântida. Há muitas teorias sobre sua existência. Muitos arqueólogos e historiadores buscam vestígios dessa cidade maravilhosa dos anos 9600 a.C. mencionada por Platão em uma das suas obras. "Havia montanhas numerosas, próximas à planície da cidade, ricas em habitantes, rios, lagos, florestas em tão grandes números de essências, tão variadas que davam abundância de materiais próprios para todos os trabalhos possíveis. Ora, na planície, pela ação de muitos reis (…) construiu-se um Quadrilátero de lados quase retilíneos e alongados, onde os lados se afastavam em linha reta,(...) cavando-se o fosso contínuo que rodeava a planície. Quanto a profundidade, a largura e desenvolvimento desse canal é difícil de crer que a obra tenha saído das mãos humanas.(...) O fosso recebia os cursos d'água que desciam das montanhas, fazia a volta à cidade, e de lá, ia esvaziar-se no mar.(...) Para carregar a madeira das montanhas, para levar de barco outros produtos de estação, cavavam-se, a partir de canais, derivações navegáveis, de direção oblíqua uma em relação às outras e em relação à cidade.".

De acordo com a obra de Platão, também, foi citado que a cidade foi afundando no oceano "em um único dia e noite de infortúnio". Sendo assim, o pesquisador espanhol Francisco J. R. Peláez, professor da UFABC, expões 7 anos de pesquisa, à respeito da localização de Atlantida com base na Teoria Platônica, em um livro lançado em 2011, “W”. Neste livro, e no site do mesmo, o pesquisador Peláez e seus colaboradores expõe evidências científicas de que Atlântida estaria submersa na bacia do Caribe. Em maio desse mesmo ano, o pesquisador deu uma entrevista no Programa do Jô onde apresenta para o grande público as motivações de seus 7 anos de pesquisa.

Com base nesse estudo, eu usei essa teoria na sequência do meu livro. Lirio Azul. De um jeito bem arriscado, coloquei Mark em uma situação critica para desenvolver seus poderes e salvar a humanidade de uma extinção certa. Como se isso não bastasse, Mike também terá sua participação nesse episodio. Matt não ficará de fora. Vai tentar ajudar o irmão casula. Será que Mark sairá dessa encrenca?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Um amigo americano

Pensamento da Valentina - Lirio Azul

"Sinceramente, só achei o Matt bonito. Tenho um segredo oculto, um segredo que queria destruir ou substituir, mas foi impossivel. Meu coração já estava entregue a pior pessoa que poderia recebê-lo. Mike. Eu não queria acreditar na Eve, mas agora, depois dele a ter raptado, não me resta dúvidas. Ele não é bom. É por isso que essa paixão se tornou um segredo oculto que não sei se posso revelar para alguem.".

Um segredo pela vida

Pensamento do Mike - Meteorito de fogo

"Eu não entendia, e ainda não entendo muito bem, porque o Mark fez tudo que fez por aquela humana. Parece que ele não se importa com o nosso planeta e nossa missão. Ele saiu totalmente da linha. Isso me irritou muito. Agora eu estou mais confuso que nunca e ainda tem esse sentimento novo, mas uma coisa eu tenho certeza, quero ficar junto com os meus irmãos, só não sei como mostrar isso exatamente.".

Um pedido para uma estrela

Pensamento da Maryse - Lirio Azul

"Eu não conseguia tirar ele da minha cabeça. Desde que o vi pela primeira vez fiquei imaginando nós dois juntos. Até que esse dia finalmente chegou, mas foi estragado pela minha amiga Vale. Mesmo assim, os olhos azuis dele ainda me encantava, assim como ele próprio, mas o principal motivo dos olhos dele não sairem dos meus pensamentos é porque eu vi um olhar distante, como se ele não tivesse realmente vivendo aqui, como se sentinsse falta de seu verdadeiro lar.".

Amor Proibido

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Pensamento do Matt - Meteorito de Fogo


"Eu sei que fiz um juramente que sempre seria leal ao Mike, mas está muito dificil. Ver ele ameaçando o Mark era tão doloroso quanto desobedecer o Mike.
No entanto ele resolveu sumir e eu pude sentir mais o que o Mark sentia, principalmente depois que ir para a Italia com as meninas. E foi lá que senti algo muito parecido com o que o Mark sente pela Eve. Esse sentimento me encheu de forças e me deu novos sonhos para perseguir. Um sonho que posso alcançar, mas antes tem muitos problemas para solucionar. Mas darei um jeito".


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Luz da vida

Magia, essa é uma palavra que os camderianos que conhecemos não acreditam mais com tanta fé quanto antigamente. No entanto, essa não foi a primeira vez que aconteceu, mas, diferente do que é atualmente, essa foi uma palavra anulada. Mesmo assim, ainda havia um ser que acreditava, mas era na magia negra. Assim, vamos voltar ao tempo. Voltaremos nos tempos em que a selva dominava todo o planeta. Em que as cidades flutuavam sobre as copas das arvores. Onde quem governava era Sua Majestade Casandra. Sim, não era o rei que governada nesse tempo. Sua Majestade Casandra era uma jovem de 500 anos. Era linda e amorosa. Amada e respeitados por todos da população. Tinha pele anil, olhos azulados e esverdeados, cabelos castanhos caindo até o pé. Era calma como uma brisa suave. Delicado como um flor. Sincera como a água. Sempre usava roupas leves e delicadas. Nada muito justo ou apertado. E para deixar sua imagem mais explendida, era a maga mais poderosa de todo o planeta, só perdendo para o Freiry Lupim, o mago da criação da vida selvagem. Sua Majestade era conhecida como a maga do vento e do ar, mas só alguns a chamavam assim. Esses eram os magos da corte, que são da população, mas nasceram com o poder da magia. Eles eram muitos raros. Assim, como existia os que a respeitavam, também tinha os que a invejavam, assim como os magos. Esses que os odiavam acabaram formando uma aliança, onde, quem liderava era um camderiano chamado de Dupla Face, pois tinha duas personalidades, mas ambas não gostavam da Sua Majestade. Com a formação do grupo, Dupla Face planejou uma maneira de tirar a Sua Majestade do trono e ser mais poderoso que a mesma. De inicio eles protestaram, porque era muito perigoso, mas Dupla Face disse que eles também se tornariam magos, temporariamente, para juntarem poder o suficiente para nunca mais perder seus poderes. Assim eles concordaram. O plano foi posto em ação no dia seguinte. Sorrateiramente Dupla Face chegou nas extremidades da cidade e desceu para a floresta, com a ajuda de um cesto grande presa a um cipó resistente. Ele desceu sabendo que era proibido pela segurança de todos. Ao chegar, se pões a andar pela selva sem parar. Até que chegou em uma cachoeira e entrou em uma caverna onde as rochas eram duras, diferentes das demais pedras e rochas que tinha na selva. A caverna estava escura e não foi clareando com o decorrer da caminhada. - Quem ousa entrar em meus domínios? – disse uma voz forte, grossa e poderosa. Quem a ouvisse sairia correndo de medo, mas Dupla Face permaneceu onde estava. - Dupla Face, oh grande mago das cavernas das cachoeiras. Vi para lhe propor um acordo. - Continue camderiano. - Dê-me magia psíquica que lhe dou o controle dos pensamentos do povo de Camd. - O que tu pretendes fazer com tal poder? - Tu saberás quando eu por meu plano em ação. A voz grossa ao disse nada, mas Dupla Face sentiu algo fino prender seus pulsos e tornozelos. Logo em seguida uma corrente elétrica atingiu seu corpo todo. Conseqüentemente ele começou a gritar, mas foram abafados pela voz do mago da caverna que começou a cantar um encanto: - Poder é magia, magia é usada, é transmitida, é passada, mas uma condição se enfatiza. Por noves meses será esgotada e seu hospedeiro será dissolvido e voara de volta para seu transmissor. Magia será transmitida. Seguidores será necessário, mas experimentos será preciso. Agradeço a magia da cachoeira e a força das rochas. Eu, mago da caverna da cachoeira interrompo essa transmissão. – e Dupla Face é solto, caindo desacordado no chão duro da caverna. O cipó envolve a testa do Dupla Face e o mago volta a cantar: - Pensamento que move sua espécie, pensamento que será evoluído. Agora pensamento que será ouvido, controlado e usado pelo hospedeiro em seus mesmos. Ampliado pelo numero, mas diminuindo pela intensidade. Não é ilimitado, mas ao chegar ao seu limite, enlouquecerá seu portador. Agora meu trabalho foi feito e agradeço o poder da cachoeira e a força das rochas para interromper essa transmissão. – e o cipó se desenrolou da testa do Dupla Face que ainda estava desacordado. E, seguida o cipó envolveu todo o corpo do Dupla Face – Essa espécie é muito frágil, mas esse aqui conseguiu suportar bastante e mesmo inconsciente, conseguiu receber os dois encantos. Vou ser mais poderoso quando ele voltar para mim – e começou a recitar outro encanto – Dupla Face completou seu objetivo. Agora volte para seu destino. Que os ventos o levem e que o ar o transporte. Eu, mago da coverna da cachoeira interrompo esse encanto quando Dupla Face chegar no lugar de onde veio. Dupla Face colocou seu plano em ação no dia seguinte. Iniciou com seus aliados. - Assim os experimentos já foram feitos. – pensou consigo. Em seguida, junto com o seus aliados, partiram para o povo. - E seguidores já tenho. – pensou ele consigo. Mas vocês devem estar querendo saber por que ele está fazendo isso. Pois bem, vou explicar começando com a cidade que flutua. Como vocês já devem ter percebido, a cidade que flutua permanece onde está com a magia que vem de origem da Sua Majestade Casandra. Mas Sua Majestade é tão poderosa por que seu povo acredita nela. Sem a crença do povo, ela não passa de uma simples maga. Sendo assim, se o povo parar de acreditar nela, ela enfraquece e Dupla Face poderia assumir o poder. A cidade começou a desmoronar, mas ninguém havia percebido ainda. A rainha já estava fraca, mas conseguia disfarçar, e soube que algo estava errado. E essas suspeitas se confirmaram quando um dos magos da corte veio desesperado ao encontro da rainha. - Vossa Majestade. As extremidades da cidade estão desmoronando e a cidade está caindo. Já perdemos cinco metros de altitude. - E quanto a população? – disse a rainha com sua voz suave e doce. Quem a ouvisse nem pensariam que ela poderia estar fraca. - Parece-me que vosso povo não percebeu o que está acontecendo ao seu redor. - Explica-se mago. - O vosso povo estás nos portões do palácio, protestando, e estão muito enfurecidos. É com muito esforço que seguramos os portões. - Reúna os magos disponíveis e tente acalma-los. Já irei sair. - Sim, minha rainha. – disse o mago fazendo uma reverencia e saindo os aposentos de Sua Majestade. A mesma ficou para fazer um momento de meditação para reunir mais forças. Os magos não conseguiram acalmar o povo. Sua Majestade finalmente saiu, mas não andando, e sim flutuando a uma altura que o povo pudesse vê-la. A mesma olhou para todo o seu povo e reparou que apenas um cidadão não estava tentando derrubar os portões do palácio. Esse cidadão era Dupla Face, que estava observando o seu trabalho do alto de uma casa, com um meio sorriso estampado na face. - O que tu fizeres com meu povo? – perguntou a rainha para o Dupla Face. - Ele só nos mostrou a verdade. – disse uma voz entre o povo enfurecido. Sua Majestade tentou argumentar com seus súditos depois que eles lhe falaram o motivo do protesto, mas não teve resultados positivos. Assim concluiu que seus súditos estavam sobre um encanto das trevas e o causador é o cidadão que observava. - O que tu queres, Cameron? – disse Sua Majestade lembrando do rosto do Dupla Face. - Seu trono Casandra. Além disso quero que todos da cidade sejam magos poderosos. – disse Dupla Face por pensamento. Sua Majestade respondeu da mesma maneira. - Sabes que quem não nasceu com a magia circulando o seu corpo, se tentar ser mago, pode morrer no processo. Não sei como tu conseguires ter magia sem morrer, mas vejo que não os conseguiu sem condição. Seu corpo está se deteriorando ao poucos. Em um a dois meses tu morreras dissolvido. – disse a rainha ainda pelo pensamento. Dupla Face teve um momento de medo, mas logo se recompões. - Isso não acontecerá, pois acumulei muito poder. – disse ele por pensamento. - Esqueça dessa loucura Cameron. Sei como te salvar. – respondeu a rainha por pensamento, mas estava ficando mais fraca a cada momento. - Nunca – agora ele respondeu em voz alta. O povo finalmente conseguiu entrar, mas pararam em seguida, confusos. Dupla Face acabara de cair do telhado. Seus olhos só se via o branco. Ele se retorcia inteiro. Quase que automaticamente, Sua Majestade ficou um pouco mais forte para, assim, salvar sua cidade e seu povo, onde, agora, perceberam que a cidade estava caindo e entraram em pânico. Começaram a correr desorganizadamente e sem uma direção específica. A rainha subiu mais alto e disse em voz alta: - Da terra ergue-se para o alto. Do alto preste a cair. Vento está no céu. Céu acima das copas da arvores. Vento e ar juntos ficarão, para o desastre ser impedido. O céu é meu refugio e lá permanecerei. Vento substitua carne. Ar substitua osso. Juntos a Luz da Vida se formara e impedirá o sofrimento – essa ultima parte soou muito mais forte, acompanhando com Sua Majestade erguendo os fracos para formar uma V. Um vento muito forte bateu nos rostos dos camderianos. A cidade parou de cair bem a tempo de não destruir a selva que estava abaixo da cidade, e o povo parou para olhar sua amada e querida rainha ficar transparente – Eu, Casandra Boreal, interrompo a magia da Luz da Vida que nunca se apagará. Nem que só haja um fiel ou um único ser mágico. Agradeço as forças dos ventos e do ar. Também agradeço ao meu amado povo por ter sido fiel a mim. – Sua Majestade desaparece, mas, ao mesmo instante, no lugar onde a rainha estava, um símbolo estranho surgi. Era um olho comprido, onde saia, de suas extremidades, dois fios que se enrolavam nas pontas.
O símbolo começou a se mexer. Seguiu até o centro da cidade e parou no chão, como se fosse um desenho. A cidade começou a subir e parou na mesma altura que estava antes. Logo em seguida, vários tons de azul surgiram no céu, como luzes se mexendo. Bem ao longe ouviram as ultimas palavras de Sua Majestade Casandra. - Sempre olharei por você, meu povo amado. – e as luzes sumiram. Cansadra Boreal passou a ser chamada de Aurora Boreal, pois as luzes sempre apareciam ao por do sol. O símbolo nunca mais saiu do chão. Além disso, surgiu nos braços direitos das pessoas que eram magos. Assim, quem governava era quem tinha o símbolo. O tempo foi passando e o povo foi crescendo e tendo muitas dúvidas. Com as dúvidas surgiu a necessidade. E da necessidade surgiu à evolução. Surgindo, assim, Camd que conhecemos. Camd onde Mark nasceu. Fim

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Pensamento da Eve - Lirio Azul



"Eu estava em conflito comigo mesma. Não sabia se devia falar com ele ou não, mas tive muitos sonhos com ele, sonhos muitos reais, me fazendo falar com ele, mas nunca imaginava que essa minha ação faria com que minha vida corresse perigo, assim como a dele".

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Flups

Nos primórdios de Camd, quando ainda existia magia, as selvas estavam inteiras, e as poucas civilizações que existiam ficavam sobre a mata, surgiu um pai da criação. Quem era ele? Um mago chamado Freiry Lupim. Um homem de pele com um azul bem claro, quase que branco. Cabelos crespos e grisalhos. Nariz grande e pontudo. Olhos pequenos e pele enrugada, mas tinha um físico saudável e forte, que o permitia andar muitos e muitos quilômetros em poucos dias, subir grandes arvores até o seu topo. Têm uns 1000 anos.
Ele era um observador da lua e da natureza. Toda noite ele subia em uma grande arvore e ficava a olhar para grande lua azul brilhante que quase tocava o topo de uma colina. Desse ponto de vista ele conseguia admirar as duas coisas que mais amava.
Em uma noite de lua cheia, ele se pega falando sozinho do quanto azul e grande a lua. Assim, um sentimento estranho lhe passou pela mente. Solidão.
- Como queria alguém para compartilhar meus sonhos e desejos.
De repente ele imagina um ser pequeno, redondo como a lua cheia, com grandes pés, e macio como a terra fofa.
- Hora de criar. – disse o mago. Na mesma hora ele desceu da arvore em um salto e se pões a andar
Caminhou até a colina que estava próximo da lua. Caminhou durante 2 dias, deu um grande salto e chegou no topo da colina. Por muito pouco ele não tocou na lua, mas não ia deixar de fazer isso.
Da terra moldou uma bola pequena com grandes pés.
- É para eles poderem saltar e, assim, conseguir alcançar a lua algum dia.
Em seguida moldou as pequenas mãos.
- Como serão pequenos, não comeram muitas frutas, mas serão fortes para poderem carregar grandes quantidades.
Com galhos finos fez antenas.
- Terão uma ótima audição para poderem se proteger dos grandes predadores que criei nessa selva imensa.
E por fim tirou duas pequenas partes da lua e os colocou no ser que estava criando.
- Com pingos de lua terão uma visão magnífica, onde poderão ver pequenos detalhes e alcançar um grande campo de visão, como se vissem do alto, assim como a lua.
Mas o mago percebeu que precisava de algo a mais para o ser se tornar o companheiro que ele tanto almejava.
Assim fechou os olhos e tocou a mão direita dele entre as antenas do ser. Começou a recitar um canto.
- Dá lua se fez a visão. Da terra se fez o corpo. E de Freiry Lupin se fez o conhecimento. Conhecimento é poder e do poder surgi à magia, a magia da vida da natureza. Viva Flup.
Pingos de lua caíram sobre o ser e uma luz envolveu o Freiry o Flup. A luz se misturou com a terra e o mago finalizou.
- Agradeço o poder da terra e da lua. Eu, Freiry Lupin, interrompo a ligação.
A luz sumiu, a terra abaixou e o Flup acordou.
- Sou Luna e vou ser sua companheira. – disse o Flup por pensamento.
- Não acredito. Eu consegui criar um animal parecido comigo. Por ser o criador dos animais desse planeta, comunico-me por pensamento com todos os animais, mesmo eu não sendo igual a eles.
- Verdade. E por você ter tocado em minha cabeça, nossos pensamentos se ligaram, mas só posso falar com você, Mag. E por isso sou toda sua e de mais ninguém.
- Mas se encontrar com alguém muito próximo de mim, poderá se comunicar com ela também, pois eu e a pessoa já nos entendemos quase perfeitamente.
- Sério, Mag? Legal. Então você entenderá um outro Flup que é próximo de mim?
- Sim, mas você é a única, Luna.
- Por ter sido criada da terra que tem infinitos grãos, quando tocada pela água e pela luz, posso me multiplicar, mas as multiplicações serão diferentes de mim por dentro.
- Quanto mais é atingida por água, mas é multiplicada?
- Só se eu quiser.
- Mas é muita responsabilidade por alguém que acabou de nascer.
- Você é o meu criador Mag. Você pode fazer o que quiser comigo.
- Posso colocar tempo em você?
- É melhor.
Então o mago tocou no Flup novamente e fechou os olhos. Em seguida começou a recitar um novo canto.
- Tempo infinito. Corpo finito. Limete de força. Limite de espaço. Tempo que nunca para, mas muito tempo para um ser. Agora você, Luna, da raça Flup, será mortal. Conseguirá morrer quando seu corpo não suportar mais.
Logo em seguida, o Flup Luna, enconlheu e seu vocabulário diminuiu.
- ´Brigada Mag. Agora estou pronta para aprender e crescer.
Mas o mago não soltou o Flup e continuou a cantar.
- Obrigada Luna por aceitar o encanto. Agora ele passará de geração em geração para nunca acabar. – e soltou o Flup. O mesmo pulou no ombro do Freiry Lupim e perguntou:
- Por que deu o nome d minha raça de Flup?
- Por causa das letras F e L. vamos para casa. No caminho vou explicar o mundo em que vivemos.

Fim

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Aurora Boreal



O terceiro da trilogia Lirio Azul.
Aurora Boreal.

Nessa história Eve descobre muito mais coisas sobre seu amado Mark Danner. Além da família dos irmãos Danner.
Uma história cheia de descobertas e romance. Sem contar com aprendizagem e costumes.

Essa história ainda não foi escrita, mas já está na sequencia.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Aulas iniciadas

- Carmim. Você viu o Mark?
- Não Vossa Majestade. – disse Carmim depois de uma reverencia. Sua Alteza Real Mark agora estava com 51 anos, o que vale a 8 anos aqui na Terra. Isso significa que Sua Alteza Real Mark começaria a estudar.
Desde seus 2 anos camderianos, Sua Alteza Real Mark vem crescendo com uma personalidade própria, uma personalidade rebelde, não concordando muito com o que falavam para ele fazer.
Começou quando fez 22 anos, quando se iniciou as aulas de boas maneiras e etiqueta. Ele sempre fazia um comentário como esse:
- E se eu quiser sentar do lado do meu pai na mesa? Quero falar com ele.
- Não pode Vossa Alteza. Uma mulher que tem que sentar ao lado da Sua Majestade Danner à mesa. – disse seu professor de boas maneiras.
- Por que tem que me chamar de Vossa Alteza, não pode ser simplesmente Mark?
- Não é educado, Vossa Alteza.
- Que coisa. Para de falar assim. – disse Sua Alteza Real Mark apoiando a cabeça nos braços, que estavam em cima da mesa em que estava – Quero brincar lá fora.
- Sua Majestade Adelany falou que Vossa Alteza só poderá sair daqui quando aprender a lição de hoje.
- Não quero. São chatas essas aulas. Quero brincar.
- Sinto muito. São ordens.
- Eu ordeno que me deixe brincar lá fora.
- Não posso. Só cumpro ordens das Suas Majestades.
- Então tchau. Vamos Flup– e ele se levanta e corre para a porta. Flup vai pulando ao seu lado, mas a porta estava trancada – Que raiva.
Essa cena se repediu muitas e muitas vezes. Agora, que estava com 51 anos, Sua Alteza Real Mark iria começar a estudar o básico. Mas ele havia sumido.
- Mãe. O que foi? – perguntou Sua Alteza Real Matt, agora com 84 anos, 12 anos aqui na Terra.
- Seu irmão sumiu. E hoje é seu primeiro dia de aula. – disse Sua Majestade Adelany angustiada.
- Não se preocupe. Vou procurá-lo também. – disse Sua Alteza Real Matt saindo do ambiente que encontrara com a mão. O mesmo estava indo em direção da sala de aula, onde teve que passar pela sala do trono. Uma verdadeira magia, pois, em um palco não muito alto estava uma mesinha sustenta por um pé, com pequenas ondulações em toda sua estrutura, azul marinho e se encontrava no centro do palco. Com o teto aberto iluminava toda a sala do trono, mas a sala era fria, por isso, Suas Majestades dificilmente ficavam lá. Sempre estavam rodando pelo palácio para avaliar o trabalho dos funcionários ou resolvendo outras coisas na sala de reunião e biblioteca. Está também é uma sala diferente, os “livros” eram separados por gênero e conteúdo, onde cada um ficava armazenado em um símbolo feito na parede. Quando tocado com a mão confirma se o individuo tem permissão para acessar ou não e, através do pensamento, puxa a informação que o usuário deseja saber.
- Mike. Você viu o Mark? – perguntou Sua Alteza Real Matt. Seu irmão mais velho estava, agora, com 112 anos, equivalentes há 16 anos terráqueas.
- Ele sumiu novamente?
- Sim, mas isso é normal da parte do Mark.
- Verdade. Vou ver se o acho. Caso consiga, te avisarei por bip. – bip é como se fosse um botão que fica no cinto de Sua Alteza Real que, ao apertar em uma sequencia especifica, o mesmo botão vai piscar para o dono daquele código realizado. Em seguida o dono do código vai apertá-lo e a mensagem será ouvida, pois quem enviou a mensagem vai ter gravar atrás de um relógio de pulso.
Assim, Sua Alteza Real Mike chamou seu Flup por pensamento, mas logo depois que viu o irmão estava fora do seu alcance de visão.
- Pol. – e seu Flup apareceu ao seu lado do nado.
- Oi Cifi. – respondeu o Flup por pensamento.
- Leve-me até a passagem para a floresta subterrânea. – e segurou seu Flup com as duas mãos.
- Certo, Cifi. – e os dois desapareceram no nada.
Uns segundo depois, Sua Alteza Real Mike estava no jardim, próximo da grande arvore. A única que restou em todo o planeta Camd. Na mesma arvore, próximo das raízes, encontrava-se Sua Alteza Real Mark que estava por inteiro escondido entre as raízes que ficavam para fora da terra, só ando para ver o cabelo preto espetado dele.
- Mark. Não pense em entrar ai. Você tem uma aula para ir. – disse Sua Alteza Real Mike. O mesmo mostrou o rosto para encarar o irmão seriamente.
- Ou o que? – disse ele estreitando seus olhos verdes.
- Ou eu conto para Matt esse lugar e ainda peço para o papai cortar esse arvore.
- Você não vai fazer isso porque sei que você também adora esse lugar. E os Flups já nos falaram que se contarmos arvore, é muito provável que eles desapareceram das nossas vidas. Com o Matt estudando feito um louco, eu não tenho mais ninguém para brincar. E não podemos sair daqui sem nossos pais deixarem.
- E esse regra você obedece.
- Não tenho outra escolha. É muito difícil sair do palácio sem ser pego, mas esse não é o problema maior. Sempre que mamãe e papai descobrem que eu sai de casa sem eles deixarem tiram o Flup de mim. E isso eu não aceito. E o Matt nunca acreditaria em mim sobre esse lugar. Nem sei como você descobriu e ainda acreditou.
- Também não sei. Sorte.
- Não vou. – disse Sua Alteza Real Mark tirando as camuflagens da entrada, que era bem onde ele havia encontrado o Flup pela primeira vez.
- Mark. Pare e vem comigo. A mamãe está muito preocupada com tu. – disse ele com a mão esticada na direção do irmão casula. O mesmo fechou a entrada e seguiu até o irmão sem dizer nada.
- Luke, por que está indo? – perguntou o Flup por pensamento, pulando ao lado de Sua Alteza Real Mark.
- Não sei Flup. Não consigo controlar o meu corpo. – disse Sua Alteza Real Mark por pensamento.
- Cifi, o que está fazendo? - perguntou o Pol por pensamento para Sua Alteza Real Mike.
- Não sei Pol. Parece que eu o estou controlando, mas isso está me deixando cansado. Acho que está drenando muita energia vital.
- Você está bem Cifi?
- Sim. Só um pouco cansando.
Assim que Sua Alteza Real Mark estava perto o suficiente para tocar no Flup de Sua Alteza Real Mike, os quatro desapareceram. Alguns segundos depois, Sua Alteza Real Mark estava na sala de aula, junto com o seu irmão e os dois Flups. Sua Alteza Real Mike desequilibrou. Não desmaiou por pouco.
Sua Alteza Real Mark estava de frente com o professor olhando para ele, sentado e de pernas cruzadas. Era um senhor de meia idade. Aparentava ter uma 90 e poucos anos. Com o cabelo ralo e branco. Pele azul mais claro que azul bebe, quase branco. Tinha um nariz pontudo e os óculos estavam nas mãos dele.
- Pol, vamos para o meu quarto. – e Sua Alteza Real Mike desapareceu com o seu Flup.
- Droga. O que o Mike fez? - disse Sua Alteza Real Mark logo depois que o irmão mais velho desapareceu.
- Olá Vossa Alteza. Vamos começar a aula? – disse o professor. Sua Alteza Real Mark tentou escapar.
- Salenaje sotropady racnart. – disse o professor e Sua Alteza Real Mark não conseguiu sair, pois as portas e janelas estavam trancadas.
- Bendito comando de voz. – disse Sua Alteza Real Mark se sentando ao lado do professor com raiva.
E foi assim foi crescendo Sua Alteza Real Mark, mas com a proximidade dos 112 anos, ele foi ficando menos rebelde, mas sempre arranjava uma oportunidade para quebrar as regras.

Fim